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Mais uma campanha que faz refletir sobre atitudes e conceitos. Essa foi a intenção da agência Ogilvy Brasil ao colocar nas ruas o 'O Cartaz HIV positivo'

O objetivo da campanha é alertar sobre o preconceito que existe contra os portadores do vírus da Aids. As peças apresentam a assinatura: "Se o preconceito é uma doença, a informação é a cura."
A ideia da campanha surgiu com base na informação de que fora do corpo humano o vírus da Aids não sobrevive por mais de uma hora.

“O cartaz humaniza o problema e traz as pessoas para próximo, mostrando que é possível viver numa sociedade sem preconceito. Prova disso são as reações emocionadas que estamos tendo de quem passa pelas ruas e vê esse material”, relata o vp de criação da Ogilvy Brasil, Aricio Fortes - “Através dessa iniciativa, o GIV e a Ogilvy Brasil esperam ajudar a reduzir o preconceito em relação às pessoas com HIV, mostrando que elas podem exercer perfeitamente, e com total dignidade, o seu papel na sociedade”

As peças foram colocadas em pontos de ônibus, faculdades e bares da cidade de São Paulo. A agência ressalta que "os cartazes e o anúncio não oferecem nenhum risco ao público."

Confira abaixo o texto do cartaz:

Eu sou um cartaz HIV positivo
Minhas medidas são 40 x 60 centímetros.
Fui impresso em papel Alta Alvura e minha gramatura é 250.
Eu sou exatamente como qualquer outro cartaz.
Com um detalhe: sou HIV positivo.
É isso mesmo que você leu. Sou portador do vírus.
Carrego em mim uma gota de sangue HIV positivo. De verdade.
Neste momento, você pode estar dando um passo
para trás se perguntando se eu ofereço algum perigo.
Minha resposta é: nem de longe.
O HIV não sobrevive fora do corpo humano por mais de uma hora.
Por isso, o sangue neste cartaz não traz nenhum perigo.
Assim como conviver com um soropositivo.
Você contrai o HIV se tiver relações sexuais sem preservativos
com alguém que não está em tratamento efetivo,
se partilhar de agulhas e seringas com sangue contaminado.
Sim, você pode conviver comigo
e com qualquer pessoa soropositiva numa boa.
Nós podemos exercer nossa função na sociedade perfeitamente.
E arrisco dizer que, se eu não tivesse revelado
que tenho HIV, talvez você nem tivesse notado.
Porque ser soropositivo não determina quem você é.
Seja para um cartaz ou para um ser humano.
Se o preconceito é uma doença, a informação é a cura.

 

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